sábado, outubro 08, 2005

A exploração da banalidade. Infernos sem esforço. Gatos pingados cinzas. Gota queimada e felina, sórdida sem patamares - só mistério a nú e quente.

Apaguem a vela que dói.. Murmurem patamares de ilusão fácil. Escale-se a nem por isso subida com meias de desterro degredo. Derrame-se um suor sem queixa.

Construam-se artimanhas, por um Algo superior sem existência, física ou outra. Descredibilizemos o sentido. Amemos frígidos. Raspemos as lascas ceras escamas peles.

Banalizemos a exploração. Esforcemo-nos infernalmente. Caiamos lá do alto, em fila americana. O abismo estético sem pára-quedas. Um caixão final com entradas de ar.

A piada sem sarcasmo.
A foda sem orgasmo.
A vida sem marasmo.
Uma morte enquanto pasmo.